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Igreja Particular de Juiz de Fora é homenageada pela Câmara do principal município da Zona da Mata

Na noite da última quarta-feira, dia 28 de fevereiro, importância da Igreja na vida do povo de Juiz de Fora foi reconhecida na Câmara Municipal. O Centenário da criação da Diocese de Juiz de Fora foi tema de uma sessão solene no plenário legislativo. Com a presença do Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, representantes dos padres, diáconos, religiosos e leigos, a sessão deu espaço para o povo conhecer mais a história desta Igreja Particular e reconheceu publicamente sua contribuição para a sociedade.

A iniciativa partiu do vereador Juraci Scheffer e foi aprovada, de forma unanime, pelos parlamentares. “É mais que justo e necessário que nós façamos esse reconhecimento público da Câmara Municipal, como é a casa do povo, aqui nós falamos em nome dos 600 mil moradores de Juiz de Fora e de uma região de mais de um milhão de pessoas que é da zona da Mata e Vertentes, onde a nossa Igreja está fincada, onde ela tem as suas raízes de fé, então, nós aqui manifestamos esse momento de espiritualidade, de oração, pelo centenário da nossa diocese”, justificou ele.

Estiveram presentes na sessão diversos membros do clero e alguns fiéis. Entre eles, Padre João Paulo Teixeira Dias, Padre Antônio Camilo de Paiva, Padre Dione César de Oliveira Goulart, Diácono João Roberto da Silva, Irmã Marta Francisca Lopes, e Teresa Cristina Coelho Pires, representando toda a igreja.

Em entrevista, o Reitor do Seminário Arquidiocesano Santo Antônio, Padre Camilo, comentou sobre o significado da homenagem. “Quando o poder legislativo reconhece isso, que é a casa do povo, significa que a população juiz-forana reconhece o trabalho da Igreja que já foi feito, que está fazendo e que ainda vai fazer”.

Ele ainda deu um exemplo da contribuição da Arquidiocese. “Neste ano [inspirados] pela Campanha da Fraternidade sobre amizade social, a Igreja quer ser essa ponte que une e todo o desenvolvimento da nossa diocese foi de amizade com os poderes constituídos. Queremos ser na amizade com a Câmara, na amizade com a Prefeitura, com todos os poderes constituídos da cidade, um exemplo para o mundo em guerra, que é possível amar, é possível estabelecer amizades pensando diferente, crendo diferente. Então, aí fica esse legado da Igreja, que transcende palavras”.

“A Igreja existe para os outros”, recorda Dom Gil

Ao longo da sessão a história da diocese de Juiz de Fora foi contada por diferentes ângulos, seja do político que também é católico, seja por nosso Pastor que também é historiador. Em imagens, foram apresentados alguns dos trabalhos social, pastoral, formativo que impulsionam a cidade como um todo.

Durante sua explanação na Câmara, o Arcebispo lembrou que a Igreja não existe para ela mesma, pois isso em suas últimas palavras aos Apóstolos, Jesus os enviou pelo mundo “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16, 15). “A Igreja esteve sempre presente no meio social. Esse ano, por exemplo, celebra a Campanha da Fraternidade com esse tema amizade social. A Igreja não se compreende apenas dentro de seus próprios limites e dentro de suas próprias sacristias. A Igreja existe para os outros, para o mundo, para evangelizar o mundo, para salvar as pessoas”, afirmou Dom Gil.

Também foram citadas algumas das iniciativas da Arquidiocese que contribuíram com a sociedade, como Associação Pão de Santo Antônio, Fazenda da Esperança, Instituto Padre João Emílio, dentre outras. “Ela é representativa na formação acadêmica, da teologia, da filosofia, ela é representativa também do nosso episcopado; quantos bispos saíram de formados aqui do Seminário Santo Antônio e hoje tem posições relevantes em todo o Brasil?! Inclusive com o Dom Walmor, que foi presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Dom João Justino, o próprio Dom Gil Antônio, que coordena hoje o Terço dos Homens Nacional, quer dizer, são quase um milhão de pessoas rezando o terço, cem mil nesse último evento que teve em Aparecida”, comentou Juraci.

O Presidente da Câmara, ‘Zé’ Marcio Garotinho, encerrou a solenidade parabenizando a Arquidiocese e todos membros deste corpo. “100 anos de fé, esperança e amor marcaram a história de nossa cidade e moldaram a nossa identidade enquanto comunidade. Nesta casa legislativa, placo das decisões que impactam a vida de todos os juiz-foranos, prestamos nossa justa homenagem à Arquidiocese reconhecendo sua inestimável contribuição para o desenvolvimento social, cultural e espiritual do nosso município. Hoje a Câmara homenageia todos aqueles que dedicaram suas vidas a construção da Arquidiocese de Juiz de Fora”.

Comunicação da arquidiocese de Juiz de Fora

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