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Por ocasião do Centenário Diocesano, Arquidiocese de Juiz de Fora divulga novo brasão

Falta exatamente um mês para a grande festa do centenário da criação da Diocese de Juiz de Fora. No dia 4 de fevereiro, milhares de pessoas são esperadas na Catedral Metropolitana para a Celebração Eucarística que marcará esta data histórica para o Catolicismo na Zona da Mata mineira. A Santa Missa está agendada para as 16h e será precedida por um evangelizashow, que terá início às 14h.

Há três anos, a Igreja Particular juiz-forana vem se preparando para a solenidade, que será lembrada durante todo o ano de 2024, com diversas atividades comemorativas. Além dos eventos previstos, a Arquidiocese de Juiz de Fora aproveitou o ano festivo para atualizar o seu brasão, cuja primeira versão foi lançada em 2007. O novo selo estampará todos os documentos arquidiocesanos a partir do próximo dia 1º, data exata dos 100 anos da Igreja de Juiz de Fora.

O brasão arquidiocesano traz como elementos principais a Cruz, representando o lugar do sacrifício de Jesus Cristo, trazida na cor vermelha e “bolotada” em referência à família Bulhões, do padroeiro de Juiz de Fora, Santo Antônio; a figura do Cordeiro, perpétua memória de Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo; o báculo pastoral e a cruz de duas hastes, distintivo próprio das Arquidioceses; as montanhas que simbolizam Minas Gerais e as três dioceses da Província Eclesiástica – Juiz de Fora, Leopoldina e São João del-Rei; e, por fim, a flor-de-lis, símbolo universal de Nossa Senhora.

Leia, abaixo, as explicações dos elementos:

A Cruz em destaque no centro é a peça mais honrosa no escudo. Representa o lugar do sacrifício de Jesus Cristo. O parágrafo 617 do Catecismo da Igreja Católica assim a apresenta: “Sua Sanctissima passione in ligno crucis nobis justificationem meruit” (Pela sua santíssima Paixão no madeiro da cruz, Ele mereceu-nos a justificação). Também ensina o Concílio de Trento, sublinhando o carácter único do sacrifício de Cristo como fonte de salvação eterna. E a Igreja venera a Cruz cantando: “O crux, ave, spes unica!” (Ave, ó cruz, esperança única!).

A cruz em destaque possuiu uma originalidade: a cruz vermelha bolotada é aquela que se encontra no brasão da família Bulhões conforme os registros do Armorial Lusitano. É a família do Santo padroeiro de Juiz de Fora, sendo assim a lembrança de Santo Antônio presente no Brasão.

No centro da cruz, a perpétua memória do Santíssimo Redentor, Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo e que por nós foi imolado e cujo mistério pascal, celebrado em cada Eucaristia, salva o mundo.

Abraçando o escudo, temos o báculo pastoral e a cruz de duas hastes, distintivo próprio das Arquidioceses, também chamada de cruz patriarcal, muito presente na iconográfica greco-bizantina. Tornou-se símbolo da fé e da comunhão apostólica. Assim vive a Igreja Arquidiocesana: unida a seu pastor e em comunhão com a Sé Apostólica. A cor dourada no escudo faz referência à realeza de Deus e ao centenário da criação da Diocese.

Abaixo, temos as montanhas que simbolizam Minas Gerais e as três dioceses com as quais a Província Eclesiástica foi criada: Juiz de Fora, Leopoldina e São João del-Rei.

Por fim, temos a flor-de-lis, símbolo universal de Nossa Senhora, a Mãe da Igreja, padroeira da Província Eclesiástica de Juiz de Fora. Ela, que é a Rainha dos Apóstolos e a Mãe da Igreja, é também modelo de discípula atenta à Palavra de Deus. Como recorda a Pastores Gregis: “o Bispo encontrará na santa Mãe de Deus uma mestra na escuta e cumprimento solícito da Palavra de Deus, no discipulado fiel ao único Mestre, na firmeza da fé, na esperança jubilosa e na ardente caridade” (Cf in Pastores Gregis N 14).

Na Mitra, brilha o símbolo do Centenário Diocesano. Concluindo a arte, temos a faixa que destaca as datas da criação da Diocese (1924) e da elevação à Arquidiocese (1962). No Centro, o nome desta Igreja particular: Juiz de Fora.

Programação da Festa do Centenário Diocesano

Apesar do primeiro domingo de fevereiro marcar a principal celebração em ação de graças pelos 100 anos da Igreja de Juiz de Fora, a programação festiva começa antes, no dia 1º, data exata da criação da diocese. Na ocasião, será aberto o Ano Eucarístico, cujo lema será “Fazei de nós um só corpo e um só espírito” (Ef 4,4).

Como se trata de uma quinta-feira, o dia será dedicado à Eucaristia: nas paróquias e foranias da Arquidiocese, estão previstos momentos de adoração ao Santíssimo Sacramento, procissões e celebrações festivas, além do recolhimento de alimentos não-perecíveis, que beneficiarão obras sociais.

Em 2 de fevereiro, Festa da Apresentação do Senhor e da Purificação de Nossa Senhora, e também primeira sexta-feira do mês, os fiéis serão convocados a um dia penitencial. Haverá atendimento de confissões, unção dos enfermos e a tradicional “Celebração da Luz”.

Por fim, no encerramento do tríduo, no sábado (3), será a conclusão do Ano Mariano, e serão promovidas missas com bênção das gargantas, devido ao Dia de São Brás. O 3 de fevereiro também será marcado pela Ordenação Presbiteral dos diáconos transitórios Gabriel Arcanjo Ferreira Junior e Paulo César Rodrigues Junior, que acontecerá na Catedral Metropolitana, às 9h.

Em 4 de fevereiro, dia da grande festa arquidiocesana, a programação será iniciada às 14h, com um evangelizashow protagonizado pelo Padre Pierre Maurício de Almeida Cantarino. Em seguida, às 16h, será a Missa Solene presidida pelo Arcebispo, Dom Gil Antônio Moreira. Estão previstas as presenças de bispos oriundos do Clero juiz-forano e da região, padres e diáconos do clero local e de representantes de todas as 91 paróquias da Arquidiocese de Juiz de Fora. Será instalada, no exterior do templo, uma estrutura de telões e tendas para a multidão que é esperada para este dia.

Assessoria de Comunicação/Imprensa Arquidiocese de Juiz de Fora

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