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Em preparação para o Centenário Diocesano, arquidiocese de Juiz de Fora divulga logo comemorativa

A arquidiocese de Juiz de Fora prepara-se para uma data marcante em sua história: os cem anos de criação da Diocese, que serão comemorados em 1º de fevereiro de 2024. Em razão da efeméride, foi escolhido um tema que regerá as festividades – “Igreja de Juiz de Fora, há 100 anos caminhando na estrada de Jesus” – e também um lema: “Fazei de nós um só corpo e um só espírito” (cf. Ef 4,4).

Para identificar visualmente esta festa arquidiocesana, foi criada uma logo comemorativa, apresentada no último sábado (18), durante o Encontro arquidiocesano da Pastoral da Comunicação (Pascom). A imagem traz como destaque um ostensório, recordando que o próximo ano será dedicado à Eucaristia em nossa Igreja Particular; e, ao centro, o Cordeiro, centro da vida eclesial. Confira, abaixo, a explicação de cada elemento da logo:

Jesus Sacramento é simbolizado pelo ostensório com o cordeiro. O Cordeiro Pascal é o centro da vida eclesial. A espiritualidade eucarística conduz à comunhão: um só corpo e um só espírito (cf. Ef 4,4); a fazer memória com o coração agradecido; a partilhar e cuidar dos mais necessitados; e a abrir o coração para o novo tempo de missão.

Os Raios do ostensório são as mãos dadas de todo o povo de Deus no caminho sinodal e missionário da Igreja de Juiz de Fora, há 100 anos caminhando na estrada de Jesus. A circularidade diz da ação do Espírito Santo, que gera na Igreja comunhão e participação.

A cor amarela significa a nobreza da festa do centenário, assim como as riquezas de nossa arquidiocese de Juiz de Fora.

Programação definida

A programação da grande festa do Centenário também já foi definida: iniciará em 1º de fevereiro, dia exato da criação da diocese de Juiz de Fora, com a abertura do tríduo comemorativo. Como se trata de uma quinta-feira, o dia será dedicado à Eucaristia e marcará a abertura do Ano Eucarístico em nossa Igreja Particular. Estão previstos momentos de adoração ao Santíssimo Sacramento, procissões e celebrações festivas, além do recolhimento de alimentos não-perecíveis, que beneficiarão obras sociais.

Em 2 de fevereiro, Festa da Apresentação do Senhor e da Purificação de Nossa Senhora, e também primeira sexta-feira do mês, os fiéis serão convocados a um dia penitencial. Na ocasião, haverá atendimento de confissões, unção dos enfermos e a tradicional “Celebração da Luz.

Por fim, no encerramento do tríduo, no sábado (3), será a conclusão do Ano Mariano, e serão promovidas missas com bênção das gargantas, devido ao Dia de São Brás. O 3 de fevereiro também será marcado pelas ordenações presbiterais e diaconais que acontecerão na Catedral Metropolitana, às 9h. Com exceção desta celebração, a proposta é que os três primeiros dias de festa sejam celebrados nas foranias, paróquias e comunidades, a partir de subsídios que serão preparados pela Comissão Arquidiocesana para a Festa do Centenário.

A grande solenidade dos cem anos da diocese de Juiz de Fora será celebrada em 4 de fevereiro, em torno do altar da Catedral Metropolitana. A programação será iniciada às 14h, com um evangelizashow, e terá seu auge às 16h, com a Missa Solene. Estão previstas as presenças de bispos oriundos do Clero juiz-forano e da região, padres e diáconos do clero local e de representantes de todas as 91 paróquias da Arquidiocese de Juiz de Fora. Será instalada, no exterior do templo, uma estrutura de telões para a multidão que é esperada para este dia.

Arquidiocese e diocese: qual a diferença?

O imperador romano Diocleciano (284 a 305 d.C) dividiu o império em províncias administrativas, que ele chamou de dioceses. Em cada uma, ele colocou um vigário, que governaria a província em nome do imperador. Quando o império romano caiu, a Igreja assumiu também esta divisão e o que era chamado de diocese passou a ser a jurisdição de um bispo. Com o Concílio Vaticano II, este conceito evoluiu para o de “porção do povo de Deus para o pastoreio de um Bispo”.

Com o crescimento da Igreja, as dioceses foram se dividindo e formando novas dioceses. Em meio delas, aquelas com maior antiguidade e preeminência foram chamadas de arquidioceses (arqui em grego, significa primeiro). Nela, se encontra um bispo que tem o título de arcebispo.

A arquidiocese funciona como uma diocese; entretanto, ela agrupa em torno de si outras dioceses menores ou mais novas, chamadas de sufragâneas. Elas não dependem da arquidiocese, mas se harmonizam, agrupadas, em uma Província Eclesiástica. A arquidiocese de Juiz de Fora, por exemplo, tem como sufragâneas as dioceses de Leopoldina e São João del-Rei.

Vale lembrar que a diocese de Juiz de Fora foi criada com a Bula Pontifícia “Ad Sacrosancti Apostolatus Officium”, do Papa Pio XI, em 1º de fevereiro de 1924. A elevação da Igreja de Juiz de Fora para a condição de arquidiocese aconteceu em 14 de abril de 1962, através da Bula Pontifícia “Qui Tanquam Petrus”, do Papa João XXIII.

Assessoria de Comunicação/Imprensa Arquidiocese de Juiz de Fora

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