Aconteceu nos dias 03 a 05 de julho de 2026, na Casa Dom Luciano Mendes de Almeida a 50ª Assembleia Nacional da Pastoral Familiar da Comissão Vida e Família da CNBB com a presença de 17 Regionais da CNBB.


Abertura da 50ª Assembleia foi na sede da CNBB, com uma conferência apresentada por Dom Giambattista Diquattro, Núncio Apostólico no Brasil. “Antes de qualquer reflexão, desejo assegurar-lhes a atenção e a oração do Santo Padre por vós a Cristo Senhor. O Papa Leão XIV conhece o caminho da Igreja no Brasil, aprecia o serviço que a Pastoral Familiar presta à vida, ao matrimônio e aos lares desta nação, e acompanha estes trabalhos com sua oração, unida à Bênção Apostólica que tenho o prazer de transmitir-lhes como Representante Pontifício”.
Esta Assembleia celebra textos que não pertencem ao passado, mas à memória viva da Igreja, enraizada no Redentor. São João Paulo II afirmava que o matrimônio e a família pertencem aos bens mais preciosos da humanidade (Familiaris Consortio, n. 1). Essa convicção não nos afasta das novas questões; pelo contrário, nos obriga a considerá-las sem superficialidade. O tema digital não é secundário: ele diz respeito à gramática do amor, à transmissão da fé, à educação dos filhos, ao cuidado dos idosos, à qualidade da vida em família.
Reunidos em Assembleia Nacional, bispos referenciais, padres assessores e agentes refletiram sobre o lugar da Pastoral Familiar na Igreja Sinodal, em espírito de comunhão, escuta e corresponsabilidade. O encontro foi ocasião de gratidão pelo caminho percorrido, discernimento diante dos desafios atuais e renovação missionária para avançar com coragem, criatividade e fidelidade ao Evangelho da família.
O Regional Leste 2 participou ativamente desta Assembleia com o Assessor Regional da Pastoral Familiar Padre Wesley Clay Alves Rodrigues e o Casal Regional da Pastoral Familiar Gilberto Silva e Sílvia Aparecida.


Cientes de que a Pastoral Familiar precisa chegar à base: comunidades, paróquias, famílias e pessoas concretas. É necessário pensar globalmente e agir localmente, com metodologia, continuidade, presença comunitária e capacidade de adaptação às diversas realidades do Brasil. As famílias vivem situações distintas: testemunhos de fé e esperança, mas também feridas causadas por separações, conflitos, dependências, violência, solidão, dificuldades econômicas, fragilidade dos vínculos e perda de sentido. Diante disso, a Pastoral Familiar deve ser presença samaritana, capaz de reconhecer necessidades e responder com caridade pastoral.
Por: Gilberto e Sílvia – Casal Regional da Pastoral Familiar do Regional Leste 2







